A palavra de ordem para a agricultura é adaptação
15/03/2011
noticias
No final da tarde de terça-feira (15) o Auditório Central foi palco do 7 Seminário sobre novos enfoques do agronegócio brasileiro
Este ano, o objetivo era apresentar o Plano Nacional de consolidação de uma economia de baixa emissão de carbono na agricultura. O palestrante, engenheiro agrônomo da Embrapa, Luiz Adriano Maia Cordeiro, destacou os principais pontos do Plano e os perigos oferecidos à economia (principalmente agrária) devido as alterações climáticas que já aconteceram e que podem se intensificar nos próximos anos. De acordo com Luiz Maia existem três relações entre clima e agricultura: a primeira é quando a agricultura sofre ou se sente ameaçada com as mudanças climáticas, que se transformam em fatores que alteram a segurança na atividade agrícola, como o aumento da temperatura, secas e enchentes, a segunda é quando ela é a ameaça ao clima, a partir da emissão de gases que colaboram com o efeito estufa na atmosfera, e a terceira, e mais importante, quando a agricultura revela-se como solução para este processo. Para tanto, é preciso "promover ações de mitigação das emissões, que reduzem os efeitos das mudanças climáticas por meio de sequestro de carbono, redução das emissões de gases do efeito estufa, adoção de sistemas sustentáveis,e, também, ações de adaptação do sistema produtivo ao cenário de aumento de temperatura. E nós temos tecnologia para isso", explica Luiz Maia. Em 2009, o Brasil participou da COP-15, uma convenção sobre o clima organizada pela ONU que ocorreu na Dinamarca. Nesse evento, o país assumiu um compromisso voluntário: o de reduzir em dez anos em torno de 40% das suas próprias emissões de gases de efeito estufa. Para alcançar esse objetivo, uma das propostas é aumentar a adoção de sistemas sustentáveis na agricultura. Logo após a reunião, foi publicada a Lei número 12.187 que estabelece uma Política Nacional sobre mudanças climáticas. Nesta legislação, "consta o planejamento de vários setores da economia com relação ao que tem que ser feito para atingir aquelas metas de redução de emissões. São várias ações de estímulo aos setores produtivos," esclarece Luiz. Entre essas ações, estão medidas fiscais tributárias, formas de monitoramento, reporte, verificação e adaptação.
Este ano, o objetivo era apresentar o Plano Nacional de consolidação de uma economia de baixa emissão de carbono na agricultura. O palestrante, engenheiro agrônomo da Embrapa, Luiz Adriano Maia Cordeiro, destacou os principais pontos do Plano e os perigos oferecidos à economia (principalmente agrária) devido as alterações climáticas que já aconteceram e que podem se intensificar nos próximos anos. De acordo com Luiz Maia existem três relações entre clima e agricultura: a primeira é quando a agricultura sofre ou se sente ameaçada com as mudanças climáticas, que se transformam em fatores que alteram a segurança na atividade agrícola, como o aumento da temperatura, secas e enchentes, a segunda é quando ela é a ameaça ao clima, a partir da emissão de gases que colaboram com o efeito estufa na atmosfera, e a terceira, e mais importante, quando a agricultura revela-se como solução para este processo. Para tanto, é preciso "promover ações de mitigação das emissões, que reduzem os efeitos das mudanças climáticas por meio de sequestro de carbono, redução das emissões de gases do efeito estufa, adoção de sistemas sustentáveis,e, também, ações de adaptação do sistema produtivo ao cenário de aumento de temperatura. E nós temos tecnologia para isso", explica Luiz Maia. Em 2009, o Brasil participou da COP-15, uma convenção sobre o clima organizada pela ONU que ocorreu na Dinamarca. Nesse evento, o país assumiu um compromisso voluntário: o de reduzir em dez anos em torno de 40% das suas próprias emissões de gases de efeito estufa. Para alcançar esse objetivo, uma das propostas é aumentar a adoção de sistemas sustentáveis na agricultura. Logo após a reunião, foi publicada a Lei número 12.187 que estabelece uma Política Nacional sobre mudanças climáticas. Nesta legislação, "consta o planejamento de vários setores da economia com relação ao que tem que ser feito para atingir aquelas metas de redução de emissões. São várias ações de estímulo aos setores produtivos," esclarece Luiz. Entre essas ações, estão medidas fiscais tributárias, formas de monitoramento, reporte, verificação e adaptação.
Compartilhar:
Outras Notícias
13/03/2026
Audiência pública do Senado promove debate sobre crédito de carbono na Expodireto Cotrijal 2026
Cooperativa paranaense Copagril já distribuiu...
Ver mais
Compartilhar:
13/03/2026
Produtores de leite buscam informações para aumentar produtividade
Opções mais acessíveis para reduzir custos...
Ver mais
Compartilhar:
13/03/2026
26ª Expodireto Cotrijal reafirma protagonismo como movimento de valorização do agro
A Expodireto Cotrijal de 2026 chega ao fim...
Ver mais
Compartilhar:
13/03/2026
Delegações internacionais fecham acordos e apresentam soluções para mercado brasileiro
Representantes de mais de 70 países participaram...
Ver mais
Compartilhar:
13/03/2026
Audiência pública discute projeto que proíbe reidratação do leite em pó importado no RS
Proposta do deputado estadual Paparico Bacchi...
Ver mais
Compartilhar:
13/03/2026
Audiência pública do Senado promove debate sobre crédito de carbono na Expodireto Cotrijal 2026
Cooperativa paranaense Copagril já distribuiu...
Ver mais
Compartilhar:
13/03/2026
Produtores de leite buscam informações para aumentar produtividade
Opções mais acessíveis para reduzir custos...
Ver mais
Compartilhar:
13/03/2026
26ª Expodireto Cotrijal reafirma protagonismo como movimento de valorização do agro
A Expodireto Cotrijal de 2026 chega ao fim...
Ver mais
Compartilhar:
13/03/2026
Delegações internacionais fecham acordos e apresentam soluções para mercado brasileiro
Representantes de mais de 70 países participaram...
Ver mais
Compartilhar:
13/03/2026
Audiência pública discute projeto que proíbe reidratação do leite em pó importado no RS
Proposta do deputado estadual Paparico Bacchi...
Ver mais
Compartilhar: