Apsul América: Oficinas apontam espaço para mais pesquisas
14/09/2011
noticias
As oficinas realizadas durante a tarde desta terça-feira (13) no Apsul América apontaram que há espaço para muita pesquisa ainda dentro do tema agricultura de precisão.
No auditório central, o chefe do Departamento de Engenharia Rural da Universidade Federal de Santa Maria, Rudiney Soarez Pereira, falou sobre o sensoriamento remoto, dando uma ideia ao público sobre o que ele engloba, quais os avanços e desafios nessa área. Segundo Pereira, o sensoriamento remoto é o processo de captação de informações dos fenômenos e feições terrestres, por meio de sensores, sem contato direto com os mesmos, associado a metodologias e técnicas de armazenamento, tratamento e análise destas informações. Essa ferramenta tem possibilitado avanços na agricultura de precisão, mas ainda apresenta alguns fatores limitantes, especialmente no que diz respeito a parte de processamento dos dados. "Através de satélites e outros tipos de sensores podemos gerar hoje uma infinidade de dados, mas nem sempre conseguimos processá-los com a rapidez necessária", afirmou.
Na outra oficina, no restaurante do Parque da Expodireto Cotrijal, que envolveu um debate sobre os fundamentos e a prática de adubação nitrogenada a taxa variada com sensores ópticos, ficou clara a importância desses sensores para uma maior eficiência na aplicação de nitrogênio. Conforme o engenheiro agrônomo Christian Bredemeier, professor adjunto do Departamento de Plantas e Lavouras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mesmo em áreas visualmente homogêneas, normalmente há muita diferença na fertilidade do solo. "Já comprovamos que os sensores ópticos podem nos auxiliar muito a garantir melhores resultados e estamos desenvolvendo pesquisas no sentido de poder aproveitar melhor essa tecnologia", afirmou. Também participaram da oficina os representantes da Yara Fertilizantes da Alemanha, Joerg Jasper, e do Brasil, Érico Corneta, falando sobre as pesquisas desenvolvidas pela empresa em termos de fertilizantes e equipamentos para a agricultura de precisão.
No auditório central, o chefe do Departamento de Engenharia Rural da Universidade Federal de Santa Maria, Rudiney Soarez Pereira, falou sobre o sensoriamento remoto, dando uma ideia ao público sobre o que ele engloba, quais os avanços e desafios nessa área. Segundo Pereira, o sensoriamento remoto é o processo de captação de informações dos fenômenos e feições terrestres, por meio de sensores, sem contato direto com os mesmos, associado a metodologias e técnicas de armazenamento, tratamento e análise destas informações. Essa ferramenta tem possibilitado avanços na agricultura de precisão, mas ainda apresenta alguns fatores limitantes, especialmente no que diz respeito a parte de processamento dos dados. "Através de satélites e outros tipos de sensores podemos gerar hoje uma infinidade de dados, mas nem sempre conseguimos processá-los com a rapidez necessária", afirmou.
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