Logística é gargalo da cadeia do milho, aponta fórum
04/03/2013
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O 5 Fórum Nacional do Milho levantou um problema que deve ser foco de muita discussão na Expodireto Cotrijal 2013: a dificuldade de escoamento da produção em função da falha no sistema de logística.
O evento, realizado na tarde desta segunda-feira (4), abriu a programação de debates do auditório central onde acontece a feira. Sob a coordenação da Cotrijal e da Apromilho/RS, o fórum apontou a necessidade de maior apoio do governo não apenas aos produtores de milho mas também às cadeias de carnes, que estão sofrendo com os altos custos para movimentação dos grãos. "Não falta milho no Brasil, falta planejamento de longo prazo do governo para auxiliar a cadeia do milho, já que a produção está concentrada em pontos distantes dos principais mercados consumidores", afirmou o consultor em agribusiness Carlos Cogo, que analisou a situação de oferta e demanda de milho no país e em nível internacional, os problemas que a cadeia enfrenta e quais são as possíveis soluções. O Brasil produz cerca de 76 milhões de toneladas de milho, enquanto o consumo é de 52 milhões de toneladas. Rio Grande do Sul e Santa Catarina, no entanto, não são autossuficientes, em função da grande demanda dos grãos para os setores de produção de suínos e aves. "Hoje estamos trazendo milho do Paraguai, de Mato Grosso do Sul e até do Mato Grosso, a custo muito elevado, porque não temos alternativa ao transporte rodoviário", informou o presidente da Coopercentral Aurora, que também participou dos debates.
As discussões também tiveram a contribuição de Nelson Piccoli, representando a Aprosoja/MT, e Antônio Grespan, representando a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia. O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, que assumiu a função há dois meses, disse que o governo está ciente dos problemas e citou medidas anunciadas recentemente para ajudar os produtores. Ele também destacou que nesta quinta-feira (7) será anunciado o Plano Safra de Inverno e que a intenção é auxiliar a cadeia do milho na questão de armazenagem. "Estamos buscando ampliar o Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e rever as taxas", afirmou.
O evento, realizado na tarde desta segunda-feira (4), abriu a programação de debates do auditório central onde acontece a feira. Sob a coordenação da Cotrijal e da Apromilho/RS, o fórum apontou a necessidade de maior apoio do governo não apenas aos produtores de milho mas também às cadeias de carnes, que estão sofrendo com os altos custos para movimentação dos grãos. "Não falta milho no Brasil, falta planejamento de longo prazo do governo para auxiliar a cadeia do milho, já que a produção está concentrada em pontos distantes dos principais mercados consumidores", afirmou o consultor em agribusiness Carlos Cogo, que analisou a situação de oferta e demanda de milho no país e em nível internacional, os problemas que a cadeia enfrenta e quais são as possíveis soluções. O Brasil produz cerca de 76 milhões de toneladas de milho, enquanto o consumo é de 52 milhões de toneladas. Rio Grande do Sul e Santa Catarina, no entanto, não são autossuficientes, em função da grande demanda dos grãos para os setores de produção de suínos e aves. "Hoje estamos trazendo milho do Paraguai, de Mato Grosso do Sul e até do Mato Grosso, a custo muito elevado, porque não temos alternativa ao transporte rodoviário", informou o presidente da Coopercentral Aurora, que também participou dos debates.
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